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Acabo de ler “Story of O”, de Pauline Réage, um clássico da literatura erótica - estou passando uma relação em revista desse campo. Gosto de literatura e de erotismo. Infelizmente, essa seara é como vídeo de terror - você assiste dez obras sofríveis até achar uma que valha a pena. Há uma edição de “A História de O” em português, em catálogo, da Ediouro. E o livro de imediato foi publicado no nação bem como na Brasiliense. Anne Cécile, nascida em 1907, tinha quarenta e sete anos quando montou O. Ela morreria em 1998, 4 anos depois de comprovar tua identidade ao mundo, aos noventa e um anos. Anne Cécile foi escritora, tradutora, editora e jornalista, tendo chegado a trabalhar com André Gide.
Ainda não li “Return to the Chateau”. Não resistirei a fazê-lo, definitivamente. E almejo analisar a leitura gráfica que Guido Crepax fez da obra de “A História de O”. Em minhas incursões na literatura erótica, busco obras que me inspirem. É mais ou menos como no mundo (muito mais vasto e segmentado) da pornografia - você precisa encontrar a frequência que faz significado por você.
Tenho tido mais facilidade para construir um mural do meu agrado pela pornografia digital do que propriamente na literatura. As obras clássicas - de “Um Romance Sentimental”, de Alain Robbe-Grillet, a “História do Olho”, de George Bataille - se parecem. E nenhuma delas se parece comigo. Colo por aqui as minhas impressões da leitura do livro de Anne Cécile. Se você bem como aparecia navegar por estas águas, quem sabe outras destas notas possam lhe ser úteis.
O que é erótico pra uns poderá não ter a pequeno graça pra outros - ao mesmo tempo que escandaliza novas pessoas acolá. E se na sua pesquisa você localizar coisas importantes por aí, é favor me avisar. 1. A mulher é a toda a hora um instrumento dominado. Do ponto de visão feminino, um equipamento nascido pra ser dominado. Do ponto de visibilidade masculino, um objeto feito pra dominação.
Houve por anos um debate sobre o assunto quem estaria por trás do pseudônimo “Pauline Réage”. Nas Escolas Públicas Da Estônia, Alunos Pobres Se Saem Tão Bem Quanto Os Ricos . O livro de Anne Cécile é conduzido por um ponto de visibilidade muito masculino a respeito da sexualidade - inclusive a feminina. 3. Boa porção dos clássicos de literatura erótica que tenho lido passam por uma transgressão aos bons costumes de uma população tradicional. MBA Não é Mais Diferencial; Mestrado Oferece O Dobro Do Salário De Um Diplomado é o padrão do qual se parte a todo o momento, inclusive em tempos mais novas, com este “50 Tons de Cinza”, que celebra bobagens que só podem celebrar leitores que forem cheios de grilos na cama.
A suposta transgressão, RedeTV! Troca Pegadinhas Por Beldades é apenas um espelho invertido da caretice e da convenção, não transgride nada. Ao inverso - celebra a própria canhestrice que tenta disfarçar com cores opostas. ENTREVISTA-Potencial Do Mercado De Recuperação De Crédito No Brasil é De R$trezentos Bi, Diz Recovery : gente recalcada escrevendo fantasias fundadas pela autorrepressão costumam render enredos muito chatas e óbvias e previsíveis se você for só um pouquinho mais liberado.