João Savignon, chefe de pesquisa macroeconômica da Kínitro Capital, lembra também da ajuda do programa de descontos de impostos do governo que, ao longo de junho, ajudou os carros zero a ficarem mais baratos. Em termos de dimensões, o Fiat Argo Trekking 1.3 AT 2025 possui um comprimento de 4.031 mm, uma distância entre-eixos de 2.521 mm, uma largura de 1.750 mm e uma altura de 1.568 mm. Já seu porta-malas tem capacidade para 300 litros, enquanto o tanque de combustível comporta 47 litros. A Fiat do Brasil apresenta ao público PcD nesse mês de junho de 2024 o preço de seu hatch compacto Argo na versão Trekking.
fiat argo 2020 , a Fiat está disponibilizando o modelo com redução de R$ 22.163,07. No fim, não dá para afirmar que este Argo Trekking 1.8 seja mau negócio. Com suspensões melhores que as de muitos “SUVs”, tanto ele quanto a versão 1.3 aguentam estradas ruins ou de terra bem melhor, como dissemos.
Argo com toque de Pulse
O desempenho é ajudado pela transmissão que muda e reduz as marchas sem pestanejar. Trocas manuais podem ser feitas apenas pela alavanca – uma pena, pois antes havia borboletas atrás do volante. Apesar disso, o sistema multimídia de 7” tem uma interface simples de operar e conexão com Android Auto/Apple CarPlay – mas que não é sem fio como na nova Strada ou no Mobi Trekking. Quem viaja atrás dispõe de espaço suficiente para as pernas/joelhos e uma tomada USB para carregar o smartphone. Ele precisa ficar pendurado no porta-copos dianteiro, o que mata totalmente o espaço para uma garrafa. Aliás, não leve uma garrafa grande dentro do Argo, pois todos os dois porta-copos são pequenos e levam, no máximo, uma latinha das pequenas.
- Além disso, a cabeça não raspa no teto, mesmo se você tiver 1,87 m de altura como eu.
- O conhecido motor E.torQ 1.8 está acoplado a um também consagrado câmbio automático de seis velocidades – o Argo Trekking também é ofertado com o motor Firefly 1.3.
- Pensando para a faixa de preço na qual ele se insere e na quantidade de itens pífios que os SUVs compactos de entrada oferecem, está dentro de uma média aceitável.
- Na experiência ao volante, porém, é que o Argo Trekking 1.8 fica devendo.


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Como um dos remanescentes da categoria de aventureiros, o Fiat Argo Trekking não foge muito à receita de bolo. Sua suspensão é diferente do Argo normal em relação ao acerto, o que também demanda mudanças na direção. O Trekking oferece um vão livre em relação ao solo 20 mm mais alto que as versões normais, rack de teto, pneus de uso misto, ponteira de escape exclusiva, apliques na carroceria e um série de adesivos decorativos e alusivos à versão. O conhecido motor E.torQ 1.8 está acoplado a um também consagrado câmbio automático de seis velocidades – o Argo Trekking também é ofertado com o motor Firefly 1.3.
OPCIONAIS:
Em nossos testes, chegou a fazer 12,6 km/l com etanol na estrada, superando até os 10,1 km/l declarados pela própria Fiat, além dos 9 km/litro na cidade. O 0 a 100 km/h foi feito em 14 segundos, o que não é exatamente bom, mas não desanima. Como dito, o Argo Trekking CVT 2023 traz sob o capô o motor 1.3 da família Firefly, de 4 cilindros e 8 válvulas. Ele é capaz de entregar 107 cv de potência a 6.250 rpm e 13,7 kgfm de torque a 4.000 rpm quando abastecido com etanol. Essa arquitetura privilegia o torque em baixas rotações, o que é uma bom companhia ao CVT para trabalharem mais quietos. O consumo de combustível do Fiat Argo Trekking automático é de 8,9 km/l com etanol e 12,7 km/l com gasolina. Além disso, o modelo tem uma autonomia urbana de 418 km (E) e 597 km (G), e rodoviária de 475 km (E) e 653 km (G).
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Um lugar para discussão, informação e troca de experiências entre os amantes de carros. Você também pode acompanhar a nossa cobertura no Instagram de UOL Carros. Mas será que ainda vale a pena ter um hatch nessa pegada, que tem como um dos pontos fortes seu custo benefício? Para ver os valores de outros carros e motos, acesse a Tabela Fipe do Garagem360.
O automatizado não era dos mais suaves na operação, enquanto o automático normal era barrado no consumo (bem) mais alto do motor 1.8. Agora, com o CVT que simula 7 marchas trabalhando em conjunto com o bom motor 1.3 aspirado, o Argo consegue unir preço, usabilidade e consumo. Só que a versão Trekking CVT, por a partir R$ 96.990, é um dos últimos aventureiros do mercado, mostrando tudo o que esta antiga categoria tem de comodidades, sobretudo sem precisar trocar de marcha. Já para quem usa o carro principalmente na estrada, a caixa automática pode não ser vantagem tão grande. O espaço interno não se destaca, e de fato para quem anda com adultos no banco traseiro vale a pena pensar em investir em um carro maior.
Nas portas dianteiras, a quantidade de couro (ou tecido) é surpreendente. Espaço interno é bom, mas o porta-malas de 300 litros está apenas dentro da categoria. Outro ponto no qual o Argo Trekking se destaca frente ao Pulse é na dinâmica. O hatch aventureiro é um pouco mais baixo e menos largo, só que o acerto de suspensão feito pela Fiat para esse carro é primoroso. Ele é robusto como um Renegade, mas mantém a dinâmica boa do Argo em curvas. Os 107 cv e 13,7 kgfm de torque deixam muito hatch de 120 cv para trás dado o casamento sincronizado com a transmissão automática do tipo CVT. O Argo acelera bem quando precisa e sem gritaria (viu, Honda?), fazendo simulação de marcha até a meio pedal.
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O quadro de instrumentos com a tela grande e colorida tem muitas informações, e o ar-condicionado automático e digital, dois itens que vêm da linha Jeep, adicionam mais alguma sofisticação. Os bancos de couro opcionais também agradam, mas sentimos falta desse material na alavanca de freio de estacionamento. Na comparação com o SUV de entrada da Fiat, o Argo Trekking fica devendo os airbags laterais, faróis em LEDs, sistema multimídia sem fios e, sem o pacote Top, ar-condicionado automático e alguns cuidados no acabamento. No demais, tem equipamentos similares e exatamente o mesmo conjunto mecânico. Como o Pulse tem um painel mais alto, no Argo Trekking a sensação é de se estar sentado ainda mais alto.