Neurologista em UberlândiaNeste artigo, você aprenderá sobre o papel do neurologista no diagnóstico e tratamento da epilepsia, uma condição neurológica crônica caracterizada por crises convulsivas recorrentes. Exploraremos como os avanços médicos ajudam a controlar a epilepsia, os principais exames usados para diagnóstico, e as opções de tratamento mais eficazes, incluindo medicamentos e cirurgia. Ao final, você terá uma compreensão clara de como o acompanhamento com um neurologista especialista em epilepsia é essencial para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
O Que é Epilepsia?

A epilepsia é uma condição neurológica crônica em que o cérebro gera crises convulsivas repetidas, causadas por descargas elétricas anormais nas células cerebrais. Existem diferentes tipos de crises epilépticas, que variam de ausências breves (pequenos lapsos de consciência) até convulsões severas com perda de consciência.
Tipos de crises epilépticas:
Crises focais: afetam uma área específica do cérebro.
Crises generalizadas: afetam todo o cérebro.
Sintomas da Epilepsia e Quando Procurar um Neurologista
Os sintomas da epilepsia variam de acordo com o tipo de crise, mas podem incluir:
Convulsões com espasmos musculares incontroláveis
Perda de consciência
Confusão mental após a crise
Olhar fixo, sem resposta (nas crises de ausência)
Movimentos automáticos repetidos
Se você ou alguém próximo apresenta crises recorrentes com esses sintomas, é fundamental procurar um neurologista especialista em epilepsia para avaliação.
O Papel do Neurologista no Diagnóstico da Epilepsia
Eletroencefalograma (EEG)
O eletroencefalograma (EEG) é o exame mais utilizado para diagnosticar epilepsia. Ele mede a atividade elétrica no cérebro e detecta padrões anormais que podem estar associados a crises convulsivas.
Como o EEG ajuda no diagnóstico?

Identifica alterações elétricas no cérebro que ocorrem durante ou entre crises.
Ajuda a determinar se as crises são focais ou generalizadas.
Exames de Imagem
Além do EEG, o neurologista pode solicitar exames de imagem, como ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC), para identificar lesões ou anomalias no cérebro que possam estar causando as crises.
Esses exames são úteis para descartar tumores, cicatrizes cerebrais ou outras condições que possam desencadear crises epilépticas.
Tratamento da Epilepsia: Abordagens do Neurologista
Medicamentos Antiepilépticos

A base do tratamento para a epilepsia é o uso de medicamentos antiepilépticos, que ajudam a prevenir as crises ou reduzir sua frequência e gravidade. O neurologista ajusta a medicação de acordo com o tipo de epilepsia e a resposta do paciente ao tratamento.
Exemplos de medicamentos antiepilépticos:
Carbamazepina
Lamotrigina
Ácido valproico
Levetiracetam
Os medicamentos são eficazes para controlar as crises em cerca de 70% dos pacientes com epilepsia. O acompanhamento regular com o neurologista é essencial para ajustar as doses e evitar efeitos colaterais.
Cirurgia para Epilepsia
Quando os medicamentos não são eficazes em controlar as crises, o neurologista especialista em epilepsia pode recomendar a cirurgia. A cirurgia é indicada para pacientes com epilepsia refratária, em que as crises não respondem ao tratamento medicamentoso.
Tipos de cirurgias para epilepsia:
Ressecção do foco epiléptico: remoção da parte do cérebro onde as crises têm origem.
Estimulação do nervo vago: implante de um dispositivo que estimula o nervo vago, ajudando a reduzir a frequência das crises.
A decisão pela cirurgia é baseada em uma avaliação cuidadosa, que inclui exames de imagem, EEG prolongado e, em alguns casos, monitoramento invasivo.
Estimulação Cerebral Profunda
A estimulação cerebral profunda é uma terapia alternativa para pacientes com epilepsia que não respondem bem aos medicamentos. Um dispositivo é implantado no cérebro para enviar impulsos elétricos controlados, ajudando a prevenir as crises.
Essa técnica é especialmente útil para epilepsias focais e pode ser combinada com medicamentos antiepilépticos para melhorar o controle das crises.
Como Lidar com a Epilepsia no Dia a Dia
Ajustes no Estilo de Vida
Viver com epilepsia exige alguns ajustes no estilo de vida para minimizar os riscos de lesões durante uma crise e melhorar o bem-estar geral. O neurologista pode recomendar as seguintes mudanças:
Evitar gatilhos de crises, como falta de sono, estresse excessivo ou uso de substâncias estimulantes.
Praticar exercícios físicos regularmente para manter o bem-estar físico e mental.
Ter cuidado ao realizar atividades que possam ser perigosas durante uma crise, como nadar sozinho ou dirigir.
H3: Importância do Acompanhamento Contínuo
A epilepsia é uma condição crônica, e o acompanhamento regular com o neurologista é essencial para ajustar o tratamento conforme necessário. A consulta frequente permite ao médico monitorar a eficácia dos medicamentos, identificar possíveis efeitos colaterais e fazer alterações no plano de tratamento quando necessário.
Perguntas Frequentes sobre Epilepsia
1. O que é epilepsia?
A epilepsia é uma condição neurológica caracterizada por crises convulsivas recorrentes, causadas por descargas elétricas anormais no cérebro.
2. Como a epilepsia é diagnosticada?
O diagnóstico de epilepsia é feito por meio de exames como o eletroencefalograma (EEG), ressonância magnética e tomografia computadorizada, além de um exame neurológico completo.
3. Quais são os tratamentos mais comuns para epilepsia?
Os tratamentos mais comuns incluem o uso de medicamentos antiepilépticos, cirurgia para casos refratários e técnicas como a estimulação do nervo vago ou cerebral profunda.

4. O que fazer durante uma crise epiléptica?
Durante uma crise, é importante proteger a pessoa de lesões, afastar objetos perigosos e manter as vias aéreas livres. Não se deve colocar nada na boca da pessoa.
5. A epilepsia tem cura?
A epilepsia não tem cura, mas muitas pessoas conseguem controlar as crises com medicamentos e tratamentos adequados.
6. Quais são os gatilhos comuns de crises epilépticas?
Os gatilhos comuns incluem privação de sono, estresse, consumo excessivo de álcool e estímulos sensoriais intensos, como luzes piscando.
7. Todos os pacientes com epilepsia precisam de cirurgia?
Não. A cirurgia é indicada apenas para pacientes com epilepsia refratária, que não respondem ao tratamento medicamentoso.
8. É seguro para pessoas com epilepsia dirigir?
As leis variam de acordo com o país, mas muitas vezes é necessário que a pessoa esteja livre de crises por um determinado período para poder dirigir com segurança.
Dr Francisco Roberto Rama | Neurologista em Uberlândia
Av dos Vinhedos, 70 - 10º Andar – Sala 1008
Jardim Karaíba
Uberlândia - MG
38411-217
(34)3236-7468
https://www.google.com/maps?cid=14830633424087566669
https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1Ym1c2wDrhXEsi-VjeoYmvJxdUOvMFIs&usp=drive_link
https://maps.app.goo.gl/yUYiSQatqxPy8g476